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=== Origem (2020–2021) === <div style="text-align:justify;"> O Reino de Emínia teve origem no final de 2020, num contexto de experimentação política e cultural situado no meio lusófono e franco-lusófono do micronacionalismo. Antes da sua criação formal, o projeto articulava referências simbólicas a territórios localizados em Portugal, no Brasil e em França, refletindo a trajetória pessoal e geográfica do seu fundador e o carácter transnacional da comunidade que o apoiava. Em 13 de dezembro de 2020, Luís Filipe de Orlheón proclamou a fundação do Reino, após um período de negociações iniciado a 30 de novembro e acompanhado por interlocutores do [[Império de Karnia-Ruténia]]. O fundador era então uma figura experiente no meio, tendo dirigido o projeto do “Reino de Portugal e Algarves” em vertente simulacionista. Procurando ultrapassar os limites desse formato e construir um quadro mais coerente e identitário, abandonou o simulacionismo e estabeleceu Emínia como uma monarquia popular. Reconheceu ainda, de forma simbólica, o seu pai, Victor Manuel de Bregenza, como primeiro Rei dos Eminianos, afirmando a continuidade de uma linhagem e instituindo o seu irmão, Guilherme de Vizée, como herdeiro. Durante o ano de 2021, Emínia participou na Conference of Santiago e em iniciativas lusófonas e brasileiras associadas ao micronacionalismo. Contudo, enfrentou também períodos de baixa atividade e limitações tecnológicas que afetaram o desenvolvimento do projeto. Estas dificuldades levaram, no final de 2021, à abertura de negociações com o [[Império de Karnia-Ruténia]], culminando na assinatura do '''[[Tratado de Thieux-en-Saint Théoton]]'''. Pelo tratado, Emínia tornou-se um Estado-membro do Império, preservando os seus elementos culturais e identitários, ao mesmo tempo que encontrava um enquadramento mais sólido para a sua continuidade institucional. </div>
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